A Justiça determinou a prorrogação da prisão temporária dos suspeitos de envolvimento no caso de adulteração de refrigerante consumido por profissionais do pronto atendimento de Santa Cecília. A medida, válida por mais trinta dias, foi adotada após representação da Polícia Civil, que conduz as investigações e busca esclarecer as circunstâncias do episódio.
Durante a operação de busca e apreensão realizada na residência de uma das investigadas, os agentes localizaram comprimidos de clonazepam sem prescrição médica. O mesmo medicamento foi identificado pela perícia no refrigerante ingerido pela equipe de saúde, reforçando a linha de investigação sobre a adulteração.
Com a prorrogação da prisão, os investigadores terão novo prazo para reunir provas e concluir o inquérito. O Judiciário destacou que a medida é necessária para garantir o avanço das apurações e evitar prejuízos à coleta de informações relevantes.
O caso gerou repercussão em Santa Cecília e levantou preocupações sobre a segurança de produtos consumidos em ambientes hospitalares. As autoridades reforçam que o trabalho da Polícia Civil seguirá dentro do prazo estabelecido, com novas diligências previstas para esclarecer os fatos e responsabilizar os envolvidos.