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    Rádio Alvorada 94.5 - Santa Cecília

Ministério da Saúde reforça a necessidade de vacinação em meio a desastres

População gaúcha é incentivada a se vacinar contra doenças comuns após enchentes severas.

O Ministério da Saúde está reforçando a necessidade de a população gaúcha se vacinar contra as doenças mais comuns após desastres, como o que atualmente afeta o estado, que enfrenta severas enchentes em 90% do território.

A pasta recomenda o reforço na vacinação contra influenza e Covid-19, além de tétano, hepatite A e raiva. O governo também está monitorando casos de leptospirose e outras doenças que podem surgir em decorrência da contaminação da água, mas afirma que situações como a da dengue estão sob controle.

Adriano Massuda, secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, que está no comando do Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) do Rio Grande do Sul, enfatiza que a prevenção é essencial para evitar a superlotação da rede de assistência.

Márcio Garcia, diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, é enfático: é preciso que a população adote os cuidados e se vacine. “Nosso foco, neste momento, são as doenças respiratórias”, completa.

Diante da necessidade de proteger a população contra as doenças imunopreveníveis por vacinação, o Ministério da Saúde recomenda, neste momento, a vacinação contra a influenza, Covid-19, tétano, hepatite A e raiva.

Veja as recomendações por vacina:

  • Influenza: abrigados, socorristas e população em geral, acima de 6 meses.
  • Covid-19: abrigados, socorristas e população em geral, acima de 6 meses.
  • Componente antitetânico: socorristas, população com ferimento, gestantes.
  • Hepatite A: crianças de 1 ano a menos de anos, condições especiais e gestantes em abrigos.
  • Raiva humana: pré-exposição para grupos de risco de exposição ocupacional ou pós-exposição para os acidentados com animais.

Conforme o calendário vacinal e excepcionalmente, estão incluídos como grupos prioritários aqueles que se encontram em abrigamentos e socorristas profissionais e voluntários. É recomendado o bloqueio vacinal em caso de surto para maiores de 10 anos (2 casos confirmados laboratorialmente no mesmo abrigo).

 

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