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    Rádio Alvorada 94.5 - Santa Cecília
Foto: Antonio Lacerda / EFE

Governador de SC oferece apoio ao Rio após megaoperação; Castro agradece solidariedade nacional

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), manifestou solidariedade ao estado do Rio de Janeiro após a megaoperação realizada na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou na morte de quatro agentes de segurança e mais de uma centena de suspeitos. Em mensagem publicada nas redes sociais, Jorginho expressou pesar pelas perdas e ofereceu apoio institucional.

“Meus sentimentos aos familiares dos quatro agentes de segurança do Rio de Janeiro que perderam suas vidas na operação de ontem. Que o Rio de Janeiro e o governador Castro mantenham uma posição firme contra o crime. Santa Catarina se coloca à disposição como parceira, caso necessitem de reforços”, escreveu o governador.

A declaração foi uma das várias manifestações recebidas pelo governador fluminense, Cláudio Castro, que agradeceu o apoio de outros estados durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (29), no Palácio Guanabara.

União federativa contra o crime

Durante a coletiva, Castro destacou que o enfrentamento ao crime organizado exige cooperação entre as unidades da federação. “Demos um duro golpe na criminalidade e mostramos que temos condições de vencer batalhas, mas temos a humildade e a certeza de que não venceremos essa guerra sozinhos”, afirmou.

O governador também reforçou que toda ajuda técnica será bem-vinda, e que o momento exige união institucional, sem espaço para disputas políticas. “Todos os governadores se colocaram com a intenção de colaborar com o Rio de Janeiro”, disse.

Contexto da operação

A Operação Contenção, considerada a mais letal da história do estado, mobilizou cerca de 2.500 agentes e teve como alvo o Comando Vermelho, principal facção criminosa do Rio. Além das mortes, foram registradas 113 prisões e apreensões de armas e drogas.

 

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A mobilização nacional em torno do episódio reforça o debate sobre segurança pública, integração entre estados e os limites da atuação policial em áreas dominadas por facções. A expectativa é que novas ações conjuntas sejam discutidas nos próximos dias.

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