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    Rádio Alvorada 94.5 - Santa Cecília
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Eliminação em 2026 amplia seca da Seleção: Brasil supera recorde de 24 anos sem troféu

A Seleção Brasileira chegará à Copa do Mundo de 2030 vivendo o maior intervalo sem títulos de sua trajetória. A derrota para a Noruega nas oitavas de final de 2026 ampliou a seca para 28 anos, superando o recorde anterior de 24 anos entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.

Pentacampeão mundial, o Brasil conquistou sua última taça em 2002. Desde então, acumulou seis participações sem sucesso, com quatro eliminações nas quartas de final (2006, 2010, 2018 e 2022), além da derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal de 2014, em Belo Horizonte. A queda precoce em 2026 reforçou o cenário de frustrações.

Intervalos históricos

O jejum atual supera todos os anteriores da Seleção. Até 2026, o maior intervalo havia sido de 24 anos, encerrado com a conquista em 1994. Agora, o Brasil chega a 2030 com 28 anos sem levantar o troféu.

Comparação com outros campeões

Entre os campeões mundiais, apenas o Uruguai atravessa um período mais longo sem títulos. Bicampeão, o país venceu pela última vez em 1950 e completará 80 anos de espera em 2030.

Outros países também acumulam intervalos significativos:

  • Alemanha: 16 anos (último título em 2014)
  • Espanha: 16 anos (último título em 2010)
  • Itália: 24 anos (último título em 2006)
  • Inglaterra: 60 anos (último título em 1966)

Cenário atual

França e Argentina possuem os títulos mais recentes. Os franceses venceram em 2018, enquanto os argentinos conquistaram em 2022 e defendem o posto de atuais campeões. Espanha e Inglaterra buscam encerrar esperas de mais de uma década e seis décadas, respectivamente.

Jejum dos campeões rumo a 2030

  • Argentina: atual campeã (2022)
  • França: 8 anos sem título
  • Alemanha: 16 anos
  • Espanha: 16 anos
  • Itália: 24 anos
  • Brasil: 28 anos
  • Inglaterra: 60 anos
  • Uruguai: 80 anos

Com esse cenário, a Copa do Mundo de 2030 representará uma oportunidade histórica para o Brasil encerrar o maior jejum de títulos desde o início de sua trajetória vencedora nos Mundiais.

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