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    Rádio Alvorada 94.5 - Santa Cecília
Créditos da Imagem: Reprodução/Adobe stock– Direitos reservados ao autor.

Visitantes de Santa Cecília são flagradas com entorpecentes em unidade prisional

Na manhã desta quarta-feira (28), duas visitantes foram presas em flagrante durante uma visita à Penitenciária de São Cristóvão do Sul, no Meio-Oeste catarinense. A ocorrência foi registrada por volta das 8h15, durante os procedimentos de fiscalização realizados na unidade prisional.

Conforme apurado, o scanner corporal identificou uma imagem suspeita em uma das visitantes. Diante do alerta, o juiz que acompanhava as atividades no local determinou a realização imediata de revista pessoal. Durante o procedimento, uma das jovens retirou de suas partes íntimas substância entorpecente e fumo.

As duas mulheres envolvidas têm 19 anos, são moradoras do município de Santa Cecília e naturais de Lebon Régis. Após a constatação do ilícito, a Polícia Militar foi acionada para prestar apoio à ocorrência.

Em diligências complementares, foram localizados preservativos intactos, porém abertos, além de uma bucha de fumo. A mulher flagrada foi posteriormente encaminhada à Delegacia de Polícia em Lages para os procedimentos legais cabíveis.

Inicialmente, um taxista que realizou o transporte das visitantes até a unidade prisional foi citado na ocorrência. No entanto, foi esclarecido que o condutor não possui qualquer envolvimento com os fatos investigados. Ele foi conduzido apenas para prestar depoimento, procedimento padrão em situações dessa natureza, e liberado em seguida, não havendo indícios de participação ou responsabilidade sobre os materiais ilícitos encontrados.

Ressalta-se que o motorista não tem controle sobre objetos transportados por passageiros, não podendo ser responsabilizado por conteúdos que estes eventualmente carreguem consigo.

O caso segue sob investigação pelas autoridades competentes. Os materiais apreendidos foram devidamente registrados como parte da ocorrência. A ação reforça a importância da fiscalização rigorosa em unidades prisionais, ao mesmo tempo em que destaca a necessidade de precisão e transparência na divulgação das informações, garantindo o respeito às partes envolvidas.

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