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    Rádio Alvorada 94.5 - Santa Cecília
Créditos da Imagem: Reprodução/Yandex Imagens

Ministério da Saúde lança edital para formação de 4 mil especialistas em áreas prioritárias do SUS

O Ministério da Saúde abriu, nesta quinta-feira (18), o período de inscrição para instituições interessadas em participar da formação de 4 mil novos profissionais especialistas em áreas consideradas estratégicas para o Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde (Pró-Residência) e representa o maior número de bolsas ofertadas pela pasta nos últimos dez anos.

Dois editais foram publicados. O primeiro contempla programas de residência médica, com previsão de financiamento de 3 mil bolsas em especialidades como anestesiologia, radiologia e cirurgia oncológica. Já o segundo edital é voltado para programas de residência em área profissional da saúde, oferecendo 1 mil bolsas em campos como Atenção à Saúde da Mulher, Atenção à Saúde Mental e Enfermagem Obstétrica.

Podem solicitar adesão universidades e hospitais federais vinculados aos ministérios da Saúde e da Educação, instituições públicas municipais, estaduais e distritais, além de entidades privadas sem fins lucrativos. As inscrições devem ser realizadas até o dia 20 de outubro, por meio do sistema SIG-Residências.

Segundo o Ministério da Saúde, o investimento previsto para programas de residência em 2025 será de R$ 1,8 bilhão — um aumento de 32% em relação ao montante destinado em 2023. A ampliação tem como objetivo fortalecer a formação de especialistas em áreas com maior demanda e contribuir para a melhoria da assistência oferecida à população.

A distribuição das bolsas priorizará os estados da Amazônia Legal — Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins — com o intuito de reduzir desigualdades regionais e ampliar o acesso a cuidados de saúde qualificados. Programas de residência já existentes também poderão receber bolsas adicionais, desde que ampliem o número de vagas e obtenham aprovação da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) ou da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional (CNRMS).

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