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    Rádio Alvorada 94.5 - Santa Cecília

Santa Catarina lidera cirurgias eletivas no Brasil com mais de 610 mil procedimentos realizados

Santa Catarina segue como referência nacional na área da saúde, especialmente na realização de cirurgias eletivas. Segundo o relatório do Programa de Redução das Filas do Ministério da Saúde, o estado alcançou a marca de 610 mil cirurgias realizadas desde 2023, consolidando-se como líder no país. O governo estadual priorizou ações e investimentos que refletem o compromisso com a qualidade de vida e o bem-estar dos catarinenses.

Desempenho no Programa Nacional de Redução das Filas

Entre fevereiro e julho de 2024, Santa Catarina realizou 152.494 cirurgias eletivas pelo Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF), ficando em primeiro lugar no ranking nacional. Esse número representa 60,4% a mais que o estado de São Paulo, que ficou em segundo lugar com 95.082 procedimentos. No total, foram realizadas 666.839 cirurgias eletivas no PNRF em todo o Brasil.

Além das eletivas, o estado contabilizou 244.068 cirurgias eletivas com internação, 137.783 eletivas oftalmológicas e 228.417 emergenciais, totalizando um aumento de mais de 60% em relação a 2022.

Investimentos na saúde e redução das filas

O governador Jorginho Mello destacou que o sucesso dos resultados é fruto de uma série de medidas adotadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Essas medidas incluem:

  • Abertura de novos leitos de enfermaria e UTI;
  • Habilitação de oito hospitais em cardiologia e 14 hospitais em ortopedia;
  • Implementação da Tabela Catarinense de Procedimentos, que permite pagamentos até 12 vezes superiores à tabela do SUS;
  • Programa de Valorização dos Hospitais, ampliando a rede de atendimento com seis novas unidades privadas, somando um total de 198 hospitais no SUS estadual.

“Estamos ampliando as cirurgias e melhorando a infraestrutura dos hospitais, trazendo os procedimentos mais próximos dos cidadãos catarinenses”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Estratégia para gerenciar a fila de espera

A SES implementou uma nova forma de gestão da fila de espera, dividida em duas frentes. A primeira é a busca ativa de pacientes antigos para reduzir a fila, e a segunda busca evitar o acúmulo de novos procedimentos. Um exemplo de sucesso dessa estratégia foi na área de oncologia, onde o percentual de pacientes que realizavam cirurgia em até 60 dias subiu de 48% (em 2022) para 80% (em 2024).

O secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi, afirmou que o objetivo é garantir que as cirurgias sejam realizadas em tempo digno, evitando o acúmulo de pessoas aguardando por longos períodos. “Precisamos ter a compreensão de quantos pacientes entram e quantos saem da fila para garantir um atendimento eficiente,” concluiu.

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